segunda-feira, 24 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
“Phoenix” vs Marte

A sonda americana “Phoenix” encerrou a sua missão em Marte com “sucesso”, após 5 meses de permanência e descobertas que levam os cientistas a ter mais certezas sobre as condições de habitabilidade do planeta vermelho
Segundo a NASA, a sonda aterrou no planeta vermelho em Maio deste ano, embora tenha sido enviada em Agosto de 2007, com o objectivo principal de voltar a encontrar a presença de água no solo, descoberta em 2002.
Segundo o principal investigador do projecto, Peter Smith, “a Phoenix trouxe-nos algumas surpresas e tenho confiança de que vamos tirar mais pérolas deste monte de informação no futuro”. A sonda conseguiu registar nevões, extrair fragmentos de gelo e descobrir que o pó marciano tem semelhanças químicas com a água do mar da Terra, dados que levam cada vez mais a determinar a existência de condições propícias à vida no Planeta Vermelho.
“A Phoenix deu um passo importante para podermos mostrar que Marte foi um dia habitável e que pode ter mesmo sido habitado”, afirmou Dough McCuistion, director do Programa de Exploração de Marte da NASA.
As funções da sonda americana terminaram devido às condições climáticas de frio e pouca luz solar desta altura, desfavoráveis ao recarregamento dos painéis solares com que trabalha a “Phoenix”. O acontecimento já era previsto pelos cientistas, que receberam um último sinal a 2 de Novembro, mas continuam alerta para o caso de a sonda reanimar.
Nasa adia reparação do Hubble

A agência espacial norte-americana Nasa adiou a sua missão de reparação no telescópio espacial Hubble, prevista para Fevereiro de 2009 e que permitiria prolongar o seu funcionamento, pelo menos, até 2013.
Os instrumentos científicos do Hubble activaram um alarme a 27 de Setembro, devido a uma importante anomalia técnica que levou Nasa a reprogramar o sistema de socorro (face B), nunca utilizado desde o lançamento do telescópio em 1990, e que dava "visão" ao instrumento.
O problema no sistema principal do Hubble tornou-o provisoriamente "cego" e forçou a Nasa a adiar de Outubro para Fevereiro a última missão de manutenção do telescópio, com a ajuda de um vaivém espacial. A unidade principal do Hubble (face A) devia ser substituída nessa ocasião.
Mas esta quinta missão de reparação do Hubble, que permitiria prolongar o seu funcionamento pelo menos até 2013, data prevista para o lançamento do seu sucessor, o James Webb Space Telescope, não poderá ter lugar em Fevereiro, indicou a Nasa em comunicado.
"Efectuámos suficientes análises a tudo o que devíamos fazer na unidade de socorro (da face A) para perceber que não estaremos prontos para um lançamento em Fevereiro", lamentou o director da divisão de astrofísica da agência espacial norte-americana, Jon Morse.
De acordo com a Nasa, os responsáveis do programa Hubble devem entregar, o mais tardar em Abril de 2009, a unidade de substituição ao centro Kennedy da Florida (sudeste) de onde o vaivém Atlantis vai descolar para a missão de reparação.
Lançado em 1990, o Hubble, em órbita a 575 quilómetros de altitude, revolucionou a astronomia, alterando a compreensão das origens e a evolução do universo.
Cor das flores manipulada

Cientistas da Universidade Vrije de Amesterdão identificaram uma proteína que desempenha um importante papel no controlo da coloração normal das pétalas de flores.
As investigações, divulgadas na revista Nature Cell Biology, concluem que é possível a manipulação desta proteína nas células das pétalas, permitindo a criação de pétalas de cores diferentes das naturais.
Os pigmentos da flor acumulam-se numa parte da planta e só dão origens a novos tons mediante manipulação. Os cientistas já sabiam disso, mas só agora estão em vias de interferir no processo de coloração das flores.
A investigadora Francesca Quattrocchio e os seus colegas da Universidade Vrije conseguiram identificar uma proteína chamada PH5 que funciona como uma "bomba" e gera produto chamado acídico que tem papel determinante no processo para alterar cores nas flores.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Portugueses lideram consórcio europeu para desenvolvimento industrial de novo analgésico
Investigadores portugueses lideram um consórcio europeu de cinco parceiros criado para produzir um novo fármaco com propriedades analgésicas e que poderá ser usado na terapia das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
sábado, 25 de outubro de 2008
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